Mostrando postagens com marcador Divagando. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Divagando. Mostrar todas as postagens

domingo, 19 de maio de 2024

Uma tarde à toa no X, antigo Twitter

Geral
Financiando a cultura indígena
Mundo LGTV
Bye, bye, Europa
Grande mídia e fake news
Cultos e eruditos
Olavo de Carvalho e suas previsões astrológicas
E por último o Chico Bento que o MSP quer esquecer

segunda-feira, 13 de maio de 2024

Confisco de investimentos financeiros

Afinal, você vai acreditar em mim ou nos seus próprios olhos?

Frase atribuída a Groucho Marx

Em postagem anterior, comentei sobre minha descrença no mercado financeiro nacional. Sim, sou um bostileiro médio gastador que não aporta como deveria. Mas ao menos vivo bem. Até me orgulhei de falar isso anteriormente. Realmente, apenas me sobraria bufunfa para aportar em renda fixa e variável se eu limitasse meu padrão de vida, o que não quero fazer. Mas eu errei. Acreditem nos faria fimers: tudo dará certo, sem risco, pois temos segurança jurídica neste setor.

Sobre o tema investimentos, a pedra foi cantada claramente por nosso Supremo Tribunal Federal, por meio de um dos Ministros. Claro, ele falou de forma hipotética e como paradigma no julgamento de uma ação sobre correção de valores dos depósitos no FGTS. Ou seja, o STF passou a fita: nunca poderia haver confisco de bens e renda em nosso País. Por isso, destaco que meu post anterior não tem fundamento algum a não ser as vozes em minha cabeça.

Veja bem: foi apenas uma fala jocosa do nobre Supremo (de acordo com Gilmar Mendes, os caras dali seriam "Supremos") para mencionar a justiça da correção de valores fundiários assim como os "ricos" possuem ganhos gordinhos com seus aportes financeiros. No meio da coisa toda, ele também falou sobre "empatia", "pobres" etc. Ah, Barroso... Grande Ministro Supremo. Poucos recordam que ele foi o advogado de Cesare Battisti, acusado de terrorismo na Itália. O cara apenas aprontou umas brincadeirinhas pesadas por lá, onde alguns intrometidos morreram, mas nada tão grave! Como alguém do grupo  Proletários Armados pelo Comunismo poderia ser má pessoa? Então: o Barroso, nomeado pela ex-guerrilheira Dilma Rousseff, conhecido por seus trabalhos sobre ativismo judicial, nada tem a ver com pensamento comunista. A fala do vídeo foi apenas um "comparativo". É bom deixar isso bem claro, porque o vídeo abaixo está no próprio canal do STF como forma de alertar o culto e inteligentíssimo povo brasileiro que ele não quis dizer o que pareceu querer dizer. Entenderam? A frase teve "contexto"...

É isso. Como diz o Canceroso em Arquivo X: a verdade está lá fora, fatalmente exposta. Noutras palavras: a verdade está com William Bonner, não comigo. Então não procurem verdades aqui. Este é um blogue estilo "Sensacionalista", onde só posto zoeiras.

Abraços supremos e até a próxima.

sábado, 11 de maio de 2024

Crise demográfica, queda de natalidade, colapso etc

Parabéns a Erika Hilton (PSOL): reduziu o sexo feminino a "pessoa que gesta", ganhou no grito e botou todo um Parlamento de frouxos no bolso. É assim que se conduz, realmente, a vida pública: com força, imposição e truculência. Quem acredita em "debates" e democracia liberal é apenas isentão e neoconservador cagão.

A crise demográfica é agora. Infernizaram tanto a vida de homens medianos que eles não procriaram e, agora, não haverá aposentadoria mais para ninguém. Acho que o Estado exterminará sistematicamente idosos solitários e portadores de doenças crônicas. Será esta a única saída de uma Entidade sádica e totalitária para tentar manter a situação razoavelmente sob controle no futuro próximo.

O ocidente se tornou um hospício a céu aberto e quem o criticou foi penalizado pelo establishment: até mesmo com prisão. Aí de quem ousou criticar o excesso de legislação racista, sexista, transfeminista, seja como for. Agora, tanto faz. Os próximos anos serão de miséria; ou de riqueza. Uma transriqueza: pobreza que se dirá nobre, no melhor da novilíngua.

Recordo quando começaram a chamar travestis de transexuais e, logo após, de mulheres trans. O passo seguinte foi passarmos a chamar mulher trans apenas de mulher e, depois, reduzirmos a figura feminina a "pessoas que gestam", como vociferou Erika Hilton recentemente em audiência no Congresso (vídeo acima). Agora não dá para voltar atrás: não há mais diferenças jurídicas, percebo, entre homens e mulheres, desde que se autodeclarem do mesmo sexo. E, para mim, tanto faz. Nos esportes, por exemplo, tornou-se o novo normal ver ex-marmanjo - agora, mulher que não gesta - descendo a porrada em colheres biológicas e, francamente, foram estas que pediram por isso. Quem mais vota em pauta progressista que incha o Estado é justamente o mulheril: porque, de imediato, também as beneficia, com normas especiais para si, como, por exemplo, tipificação de crimes vagos, facilitadores do oportunismo (e.g.: violência psicológica).

A conta do "X" abaixo, pertence a um português, creio. Gosto de acompanhar a situação da Europa por postagens pessoais de portugueses e espanhóis. É impressionante como parece não haver lugar aonde fugir, pois "nova ordem" não é também "mundial" à toa. A situação portuguesa com imigração e crise no sistema assistencial é alarmante. Mas voltando: na cena, uma mulher que não gesta conseguiu se tornar mãe de um saudável bebê (Deus zele pela alma desse inocente) e, para isso, o hospital precisou simular o parto. A mamãe recebeu o rebento, recém saído de seu útero psicológico, da enfermeira, para a primeira amamentação. É uma cena tão fofa que nosso coraçãozinho lateja e quase sai pelo cu.

Por fim, os parabéns não vão apenas para Erika Hilton, mas a todos os envolvidos que sempre acharam normal espetáculos como o do vídeo abaixo, a quem aplaudiu reforços à Lei Maria da Penha, cotas sexistas e racistas e políticas afirmativas, classificação da "mulher biológica" como "pessoa que gesta" e tantas outras asneiras que, em tempos austeros, nada importarão, quando a única preocupação diária será procurar comida.

Transabraços e até a próxima.

 


segunda-feira, 6 de maio de 2024

Enigmas de minha infância: Nossa Turma e Cavalo de Fogo


Fã-arte por Rubio, em ArtStation

"E vi um cavalo mágico chamado Cavalo de Fogo"

"Levante-se com a nossa turma
Vamos, suas aventuras não tem fim" 

Cavalo de Fogo é um enigma sem resolução aparente que, mesmo nesta condição, ratifica como nossa infância foi mágica com tão pouco. Explico: o desenho foi exibido à exaustão, durante anos a fio, no SBT, e não perdíamos um episódio. A jovem heroína Sara – olhaí a representatividade feminina sem forçação de barra – montava seu corcel encantado e, assim, partia do rancho terreno onde vivia com seu pai e, após um grande salto no portal aéreo, chegava ao reino de Dar-Shan, onde enfrentava, todas as vezes, as malfadadas trapaças dos diabretes leais à sua própria tia: a maquiavélica Diabolyn, uma espécie Perpétua Esteves (a tia de Tieta) do universo colorido.

Mas qual o mistério desse desenho oitentista? É que ele teve apenas 13 (treze) episódios. Ficamos anos e anos revendo os mesmos episódios sem nos entediarmos. Outro grande exemplo é o magnífico Nossa Turma, onde animais antropomórficos do Bem reúnem-se num vagão de trem (o clubinho) e enfrentam as idiotices da dupla de jovens rebeldes Catchum e Leni. Para mim, o desenho seria infinito. Mas a internet me disse, eras após, que foram apenas 13 episódios (divididos em dois segmentos, o que daria o dobro de histórias, por assim dizer).

Pensei nisso porque minha filha começou a se interessar pelo animé One Piece e cogitei lhe dar uma força, assistindo junto. Mas então vi que há mais de 1000 (mil) episódios e, na minha idade, é inviável acompanhar algo assim. Também pensei como crianças e adolescentes processarão tanta informação despejada de maneira tão veloz de forma incessante. Não dá para processar! Víamos e revíamos as mesmas coisas repetidas vezes. Como o acesso a gibis era restrito, por exemplo, relíamos os mesmos diversas vezes, até virarem pó. E fazíamos o mesmo com os poucos filmes e séries (animadas ou não) ofertados na TV aberta. Daí nossa memória tão forte com aqueles produtos culturais. Esses dias percebi que não adianta eu ver filmes e séries em serviços de streaming, porque após uns dias não lembro quase mais nada, apenas de fragmentos. É tudo muito “tanto faz”. A limitação no consumo de informação é imprescindível! Aliás, este é um dos motivos porque estou revendo filmes e relendo livros e gibis, evitando coisas novas.

Em tempo: a abertura de Nossa Turma nunca teve versão em português, nos fazendo cantar “guerealonguem” todos os dias. E Cavalo de Fogo teve uma versão marcante, na voz da falecida dubladora Maria da Penha Esteves, que também dublava o cavalinho Brutus no desenho (v. Wikipédia).

Vou ficando por aqui. Abraços guerealonguens e até a próxima.


Abertura brasileira de Cavalo de Fogo


Abertura original de Cavalo de Fogo


Abertura original de Nossa Turma

terça-feira, 23 de abril de 2024

Gossip Old Man - O Coroa do Blog

Não acesso muito Instagram e o deixo totalmente no silencioso. Aliás, tudo em meu telefone é no silencioso há anos e anos. Mas no caso do Instagram não recebo nem notificação. Então o vejo esporadicamente, quase uma vez por dia. Foi curioso que, ali, cheguei a receber mensagens de pessoas desconhecidas, adicionadas porque me adicionaram. Quando passei mais tempo sem postar nada, fui perguntado por esses estranhos se abandonaria o blogue etc. "Meu Deus, quem são essas pessoas que nunca comentaram no site?". Internet ainda me é algo curioso. E essas interações me fizeram pensar a respeito de algumas coisas.

Foi bom ter nascido numa época analógica, com limitações no acesso à informação e, hoje, na maturidade, ter acesso à internet em alta velocidade. É que, assim, cresci numa infância saudável, sem bitolação de redes sociais, com bastante tempo livre para estar nas ruas brincando; e, na adolescência, jogando conversa fora com os amigos. As diversões eletrônicas, aliás, eram caras e limitadas. Então só restava bestar, fica à toa, esperar algum filme exibido "pela primeira vez na televisão" na Tela Quente, lendo gibis e livros diversos escolhidos sem critério algum: o que caía às mãos. E, na maturidade, tivemos acesso à estrada do futuro. Pude criar, assim, uma história com a internet, desde os primeiros acessos em modem de 56 kbps até o advento da banda larga.

Minha história com a internet e como a utilizei para interação pode ser conferida na apresentação do blogue. Ali, percebemos como tão rapidamente plataformas surgiram e sumiram, quase do dia para a noite. E creio que um dia será vez do Blogger. Algum dia, seremos apenas avisados que dentro de um mês esta tecnologia encerrará. Isso me faz pensar que os estranhos que me perguntam sobre este espaço estão querendo apenas saber se eu não cansei desta merda e que a internet seria mais limpa sem o empreendimento Neófito Publicações Recreativas Corporation - ou apenas "N.P.R.C.".

Ainda acho espantoso que um site pessoal vingue em tempos de consumo de informação por vídeos, em lugares como YouTube, TikTok e Instagram. Algumas pessoas teimam em ler blogues e, aqui, consigo uma média de cinco mil acessos ao mês, às vezes um pouco mais; noutras, menos. Na era de ouro deste chiqueiro, a média era de 2000 views ao dia. Consegui até mesmo ser monetizado pelo próprio Google AdSense, o que achei estranho, pois havia me rejeitado antes e depois de muito tempo me enviou e-mail para habilitar. Ainda tentei monetizar tanto pelo próprio Google quanto por outro serviço. Mas as propagandas poluíam tudo a tal ponto de me dar agonia. Como blogues pagam uma merreca, resolvi excluir os anúncios definitivamente.

Naturalmente, tentei ir para o YouTube, fazendo backup no Rumble. Mesmo esta empresa tendo vazado daqui devido à censura, os vídeos continuavam sendo upados lá, podendo ser acessados por aplicativos de celular (não entendo o porquê); ou, se via Windows, com VPN. Mas esta semana solicitei o encerramento da conta e, logo, de todos os vídeos ali guardados. Me pediram 30 dias para efetivar a solicitação. Fiz isso por não desejar guardar meu conteúdo. Se algum dia o YouTube me banir, tanto faz. Que desapareçam com tudo ali postado. E tomei a mesma resolução com este blogue. Procurarei mantê-lo vivo, mas não farei mais backup de nada. Salvei apenas resenhas de livros por me servirem como fichários. O resto não importa. Se tudo acabar enquanto eu estiver vivo, que seja.

Abraços blogueiros e até a próxima.


Dados colhidos recentemente 👆


quinta-feira, 11 de abril de 2024

Diálogos cabulosos


Eu vou dar minha buceta bem devagarinho
Mas o que eu quero mesmo é piroca no cuzinho

- MC Cecilinha Meireles, em Serenata da Cremosa

Mete com força e com talento
Estou ofegante e você percebendo
Bate e maltrata essa puta safada
Quero jatada de leite na cara

- MC Manuel Bandeirola, em Bonde da Estrela da Manhã

O inelegível Bolso, ingênuo, teve quatro anos para tocar o terror na extremíssima esquerda radical. Mas preferiu jogar "dentro das quatro linhas da Constituição" e hoje em dia vende perfume com Viagra enquanto pernoita chorando em embaixadas, mendigando pix dos patriotários.

Bozo não dilapidou o Erário comprando apoio político e mesmo durante a pandemia fechou as contas no azul. Claramente, um mané. Para alguém que estava na política durante décadas, bobalhão até demais. Oposição a gente destrói: cassa mandatos e reputações, põe no xilindró, prega o terror. Depois é só contar a história de seu jeito e pelos canais certos. Vozes dissonantes, você silencia. O Xandão está aí para isso: calar a boca de quem discordar. O que vale é a narrativa e o Senado tem o rabo preso, mantendo-se pianinho. Obviamente, Xândi foi escolhido por seus pares para essa função. Seus pares "Supremos" - lembrando do Gilmar Mendes, que já afirmou "Nós somos Supremos, ora" e "Estamos irmanados com o Xandão". É isso aí. E são mesmo Supremos, nesta republiqueta de frouxos, onde CACs com poder de fogo superior a todas as polícias enfiam os canos das armas nos próprios cus, enquanto aguardam o fechamento dos clubinhos de pipoco.

Chamar Lula - ou qualquer um dos seus - de ladrão, agora, dá cadeia. Sempre valeu xingar político no Bananil; mesmo com um pirocão no rabo, o brasileiro podia ao menos xingar. Mas esta fase acabou. O "novo normal" é ficar pianinho. O Procurador-Geral da República, nomeado pelo marido da Janje, fichou o Deputado mais votado do Bostil por esse motivo - Nikolas Ferreira, chamado de "chupetinha" pela turma do amor, ousou xingar o Presidente do Bostil. E o Ministro Fux, um dos Supremos, nomeado por Dilma Estoca-Vento, autorizou a abertura do inquérito. Acho que "Nicole" será jogado no xilindró, junto com os "patriotas". Vai tricotar com as velhinhas condenadas a dezessete anos de cana. Precisará de muita chupetinha no presídio em troca de cigarros - acaso fume, claro.

Falando ainda em ladrão, Lule teve 80,59% dos votos entre detentos. Eu pensei que ele vetaria o desejo popular contra as saidinhas porque teria uma dívida com seu eleitorado encarcerado. Mas não. Ele vetou por motivos nobres: "o princípio da dignidade da pessoa humana" e "proteção à família". Sim, foram esses os nobres motivos, conforme Lewandowski - atual Ministro da Justiça e Supremo-Aposentado, amigo de Lule - anunciou.

Enquanto o rola-bosta brazuca discute por aí como Elon Musk - ou Herlôn Músgue, na linguagem do populacho - ousou sugerir que vivemos numa ditadura, achando que painho Lule vai mandar prendê-lo, o Governo Fodegeral (e espero que foda mais e sem KY) cortou mais de 4 bilhões, no orçamento, em áreas como saúde, educação e tecnologia, pois não poderia cortar de viagens, mimos diversos como móveis novos, ministérios e cargos inúteis.

Lula e seus asseclas são os governantes que este chiqueiro merece. Se eu soubesse que eles retornariam para arregaçar tanto - e em tão pouco tempo - a espelunca auriverde, Molusco teria meu voto! É assim que se gerencia o monturo: com narrativas e perseguição aos oponentes; e com as ruas entulhadas de marginais (profissionais, fardados etc.), com som alto nas calçadas tocando pancadão e motocicletas dando grau com escapamento frouxo.

Abraços supremos e até a próxima.


sexta-feira, 5 de abril de 2024

Nando Moura, Kim Kataguiri e outros malandros

Não sei como as pessoas mentem descaradamente nos dias de hoje, sendo que a internet não perdoa. É muito raro alguém conseguir excluir conteúdo on line. É como barata: se prolifera. Esses dias tivemos um dos babões do Molusco afirmando que nunca, jamais, prometeu passagens aéreas por R$ 200,00, pois isso é impossível. A culpa da balela seria das redes sociais que inventaram tudo (fake news) - e, assim, ainda justifica a sanha desses ditadores petistas em controlar redes sociais. É claro que passagem por duzentos contos é impossível. Talvez uma cotinha mínima, e mesmo assim com número limitadíssimo de assentos e após mil e um cadastros e análise logística. Mas enfim... O sujeito apenas achou que poderia mentir sobre o que disse; assim, na cara limpa, e ninguém recuperaria sua declaração anterior para confrontá-lo.

Por que essas pessoas atuam assim? Burrice ou apenas má fé, pura canalhice? Acho que burros não são. Se fossem, não estariam onde estão: nadando em grana farta. Apenas tiram sarro com o brasileiro médio e seu Q.I. oficialmente de chimpanzé. É o novo normal mentir, ser pego na mentira e fingir que nada ocorreu. Além do ministro de Portos e Aeroportos - Silvio Costa Filho, O Mentiroso - destaco dois outros grandes malandros que, assim, conseguem juntar uma trupe de gados para bancarem suas vidas nababescas: o casal em eterna lula de mel Kim KataPiroka e Dando Boura. O primeiro era machinho todo para esculhambar o Bozo; pois este, além de frouxo, optou por uma política de não perseguição a oponentes (o que foi um grande erro, pois inimigo bom é inimigo abatido!). Na hora de xingar o Lule, cagou-se todo. Já a esposa do Kim, o Dando, passou anos e anos exigindo um Presidente da República que fechasse o Congresso e o tribunal xandonístico, mas hoje acusa o Bozo de golpista, fala em sua "minuta de golpe" e lhe advoga a prisão por isso.


É por isso que não voto nulo nem sou isentão. Continuarei escolhendo dos males o menor, até o dia em que cansar realmente da vida em sociedade e puder, finalmente, me entocar em minha caverna bunker (aliás, já tenho até o local, na cidade onde cresci, mas me falta a grana e logística). Não caiamos na conversa fiada de quem afirma que político é tudo farinha do mesmo saco - que é "neutro", sobre o muro, mas no mês de outubro está lá votando na extremíssima esquerda radical. Isentões como a trupe do MBL são apenas isso: atores. Eu diria palhaços. Mas seria inadequado: são apenas atores; palhaço é quem cai nesse papinho de isentão e terceira via.

Bolsonaro merece xilindró por ser trouxa e covarde. Teve quatro anos para comprar a briga, mesmo à custa de sua vida, e remontar o Estado brasileiro. Não o fez. Mas o que existe contra ele até agora? Se era amigo do Zé Gotinha, se ia atrás de michê em embaixada para lher comer o bumbum e se as joias presenteadas à sua esposa seriam de sua esposa (caso ridículo já arquivado, igual ao da baleia "molestada")? Ah, vão à merda! Quem quer saber disso enquanto o lulopetismo saqueia a republiqueta? Daqui a dez anos ainda estarão investigando no Globo Repórter se o Bozo tomou vacina! Ele pode tomar até porra quente no rabo, não quero saber. Enquanto isso, Lule assalta novamente os cofres públicos, repassa bufunfa aos amigos "empresários", leva uma vida de luxo extremo e arromba as contas públicas mais do que o furico do filho "04" do Bolso.

Vote, gafanhoto. Ao menos tente usar essa porcaria de título, por enquanto. Escolher o menos mau é melhor do que permitir o poder nas mãos dos piores. Enquanto você não vota, o bonobo que só quer viver de coisas grátis e "auxílios" está lá, nas urnas, cagando tudo.

Repito à exaustão: Lula é o Presidente que a ralé do Bostil bostileiro merece.

Abraços bonobos e até a próxima.

terça-feira, 19 de março de 2024

Para Wong Foo, Obrigada por Tudo! Julie Newmar

Imagem retirada do Pexels.

Lutar? Para quê? 
De que vive a rosa? Em que pensa? 
Faz o quê?

Guilherme de Almeida em Filosofia

Soube apenas hoje que regravaram - remake - Matador de Aluguel: sairá neste dia 21, no Prime Vídeo. Quando eu era guri, gostava do filme original. Qual moleque não queria estar na pele de Patrick Swayze, ganhando a vida batendo em vagabundo e metendo a piroca na médica loirinha e magrela? A primeira vez que assisti ao filme foi na Globo, à noite (Tela Quente, SuperCine? Não lembro), e passei dias pensando como alguém poderia matar usando apenas os dedos! Patrick Swayze era o cara. Dançava sem parecer fresco, sempre estava do lado do Bem em seus papeis, comeu Demi Moore melada de barro e, aos 57 anos de idade, morreu pesando menos de 40 kg, devorado vivo pelo câncer, após uma vida de três carteiras de cigarro ao dia e galões de biritas. Além de tudo, dizem as más línguas, que, enquanto morria lentamente, tomava porradas de sua esposa e era mantido em cárcere privado.

O que tirar da vida e da morte de Patrick Swayze? Nada. Ele foi um mega astro hollywoodiano e não posso nem imaginar o baita vidão que teve. Está além de meu alcance de zé ninguém assalariado imaginar as vidas desses sujeitos. Só acho que sua vida terá valido a pena se ele tiver aproveitado cada um de seus dias. Se mesmo com o rabo cheio de cachaça tiver encontrado, todos os dias, pequenos momentos de alegria, ainda que durante alguns minutos, sem pensar em mais nada além disso: viver o aqui e agora.

Lembrei que bons autores escreveram seus primeiros romances após o início da "velhice", a exemplo de Umberto Eco, Jô Soares e Luiz Alfredo Garcia-Roza. Todos alegavam não se sentir com maturidade suficiente para escrever romances. Jô Soares nem queria escrever O Xangô de Baker Street, tendo sugerido a ideia a seu amigo Rubem Fonseca, o qual, após ouvi-la, lhe disse: "Vai lá e escreve então, porra". E assim foi feito. E deu certo. É que amantes da Literatura a respeitam e ficam cismados com a possibilidade de estar escrevendo bosta.

Citei, acima, escritores. Mas serve para tudo. Acho que em todas áreas do conhecimento há estes exemplos: homens (e algumas poucas mulheres, a exemplo de Marie Curie) que, na maturidade, realizaram grandes feitos. À nossa volta também conhecemos pessoas que deram grandes guinadas em suas vidas. Tenho uma amiga que sobrevivia com salário mequetrefe numa prefeitura e, com 45 anos de idade, tornou-se advogada e está embolsando uma grana boa: comprou carrão, casarão e vive cheia de clientela que mal dá conta. Fico feliz por ela, pois é ótima pessoa.

Mas (e aí vem os "no entanto", "entretanto" e "todavia"), não tenho grandes feitos a realizar neste mundo, a não ser consumir seus recursos, defecar, dar boas pimbadas e dormir. Aliás, fica a sugestão: consumam recursos, comam e bebam bem. Não vale a pena economizar pensando em porvir, Mãe Natureza, essas bobagens todas. "Ah, vou reduzir a pegada de carbono, virar vegano e só rodar por aí de bike". Meu caro, a pegada de carbono que os magnatas do mundo querem reduzir é você e sua família. Com robôs e inteligência artificial, os Josés, Marias e Cleitinhos deste mundo se tornarão ainda mais mal vindos do que já o são. Os afortunados querem este belo planeta apenas para eles: suas praias, campos e montanhas. E não os condeno, pois quem gosta de povaréu? Se eu fosse Magnata, habitaria o mais distante possível da ralé. Na próxima pandemia de um vírus qualquer nos matarão com vacinas grafenadas. Próximo apocalipse: pandemia de tromboses e problemas cardíacos misteriosos. Ou soltarão logo ebola e varíola no ar. Enquanto isso, quero meu angus suculento no prato (e gasto muito para isso, aliás), queimar gasolina para não morrer atropelado por aí numa bicicleta e peidar bastante para ajudar no aquecimento global. O mundo é bom assim: quentinho.

Tenho 42 anos de idade e, creio, estou velho. Não tive muitos sonhos e projetos em vida. Dos poucos que nutri, não realizei nenhum sonho. E realizei poucos projetos. E está bom mesmo assim. Já estava há algum tempo num processo de "entrega", de "deixa a vida me levar". Me livrei de alguns poucos rastros de projetos que mantinha porque pararam de fazer sentido. Pouca coisa faz sentido, agora, a não ser tentar viver o dia a dia. Ando, talvez, com apenas um desejo: quiçá retornar à cidade onde cresci, mas nem nisso quero pensar muito. Enfim: para pessoas inúteis ao mundo, assim como eu, meditar sobre o futuro tão obscuro apenas atrapalha. Quanto à inutilidade, só posso ser útil a mim mesmo e, logo, à minha família. E a mais nada. O mundo é muito vasto para tirar meu sono e, ainda assim, creio que ele continuará aqui, firme e forte, mesmo após a sexta extinção. Esta, aliás, está demorando a vir até demais. Vladimir Putin faria um grande favor se apertasse o botão vermelho. Esta sociedade onde "palavras machucam" está precisando urgentemente de uma Guerra.

E claro que não: não estou feliz, dando pulos de alegria, plenamente satisfeito com minha vida e os rumos que ela tomou. Acho que essa tal felicidade não existe, então sou grato pelos poucos momentos, aqueles poucos minutos onde me sinto feliz. Geralmente - não sei o porquê - aproveito tais breves momentos durante a calmaria do pôr-do-sol, naquela hora de nuvens róseas. E, claro, ao lado de minha filha, em regra no final da noite, quando ela já está entregue ao cansaço do dia e só quer jogar conversa fora antes de dormir, compartilhando comigo as "grandes dúvidas" e "infindáveis dramas" que assolam crianças de sua idade. Mas, no geral, o cotidiano é só isso: vazio, busca do que fazer para ocupar o tempo de forma "proveitosa", pagamento de contas sem fim etc. É a rotina de um bonobo mediano, mais nada.

Não tenho mais sonhos nem projetos. Não sou um grande realizador a deixar legados literários ou científicos à humanidade. Mas posso ser um Patrick Swayze sem dinheiro e morrer cedo, comido por doenças escrotas e na absoluta merda. Então preciso aproveitar apenas - como dizia minha avó materna - "um dia após o outro com uma noite no meio". Sim, ela sempre falava isso.

Ah, sobre o remake de Matador de Aluguel, acho que não verei. O original envelheceu mal, aliás. Então imaginem um remake daquilo ao sabor dos tempos imundos onde nos encontramos. Mas... fica a sugestão para quem quiser tentar.

Abraços desiludidos e até a próxima.

terça-feira, 5 de março de 2024

O Fantasma do Riacho Molhado


A casa era por aqui...
Onde? Procuro-a e não acho.
Ouço uma voz que esqueci:
É a voz deste mesmo riacho.

Manuel Bandeira em Velha Chácara


Eta vida besta, meu Deus.

Carlos Drummond de Andrade, em Cidadezinha qualquer

Seriam sincronicidades da vida ou meras coincidências. Há postagem aqui de março de 2021 onde destaquei que os dias andavam chuvosos e que eu estava lendo e relendo trabalhos de Charles Burns. Estes dias novamente andam chuvosos. Chuvas fortes, torrenciais. Aqueles dias onde é melhor nem se arriscar a sair de casa para não ficar ilhado por aí devido a alguma inundação temporária. E, curiosamente, ontem, reli Sem Volta, daquele mesmo autor. Aparentemente, chuva me leva a caras como ele. Há fenômenos que não sabemos explicar.

Dessa vez, além de chuva, li-o ao som de um riacho turbulento. Devido às fortes chuvas, o riacho quase virou um rio de águas violentas e barrentas. Até troncos leves de árvores foram arrastados e um carro. Sim, um carro. Por que alguém deixaria carro estacionado no leito do riacho, nem imagino. Talvez devido ao Q.I. nacional que já está abaixo do dos chimpanzés. Foi um alvoroço. A macacada que habita o matagal ficou gritando bastante, acredito que buscando abrigo ou até mesmo devido a membros das famílias primatas que podem ter sido levados pelas águas.

Quando escolhi este lugar para morar, o atrativo foi a mata ao lado. O apartamento era de uma amiga e a propaganda dela foi justamente a mata e o riacho a poucos metros. Nunca morei ao lado de um riacho. Mas é realmente interessante ouvir o correr das águas ao lado de onde moramos, junto com o canto de pássaros, marrecas e guinchados de macacos. O receio é sempre com jiboias e jacarés. Mas ficamos de olho nisso regularmente. Vale o preço de ter um riacho nas imediações. Deve ser interessante crescer perto de algo assim, tendo o som das águas como elemento de recordação afetiva, como canta Manuel Bandeira, meu poeta preferido, no poema Velha Chácara, acima.

É isso. Assim como em março de 2021, este dias estão chuvosos. Ando relendo algumas coisas, passando o tempo com as alegrias e os problemas familiares, com meus gatos idosos e na santa e graciosa paz de Deus. A vida é muita curta para não tentarmos aproveitar o mero cotidiano, sem remoer águas passadas e possíveis enxurradas que podem nos espreitar no porvir. Sigamos nesta vidinha besta de cada dia.

Abraços lamacentos e até a próxima.

quinta-feira, 22 de fevereiro de 2024

O que o Senhor espera de ti?


"Fidel põe maricónes como eu no paredón", essa frase em portunhol brincalhão é atribuída a Renato Russo, que odiava a esquerda e o comunismo e sabia que, apenas num regime pró-indivíduo, homossexuais poderiam viver relativamente em paz. Destaco o "relativamente" porque não existe paz neste mundo! Ainda mais em solo tupiniquim, onde o cidadão não tem um dia de sossego. Sempre pergunto a gays o nome de algum país liberal-conservador onde pessoas são perseguidas por suas inclinações sexuais. Ou melhor: perguntava, pois há alguns anos não quero mais nem saber de militante esquerdista me pentelhando. Não tenho mais paciência para contato com gente burra. Percebi há alguns anos que possuo uma boa vida como "funça" e não preciso esquentar a cabeça com gente que advoga mais Estado. Afinal, o meu furico é que está na reta. Sempre ganhei a vida como barnabé e espero que esses caras continuem lutando por mais Estado, leis trabalhistas, mais tributos etc. Quero é bufunfa no bolso.

Por que recordei Renato Russo? Andei vasculhando redutos de influenciadores da extrema-esquerda no Twitter, Instagram e Youtube e é curioso: enquanto o Molusco arremessa o país para o caos, inaugura rombos históricos no Tesouro, promove o aumento não apenas estatístico, mas nítido, na criminalidade, permite "diálogos cabulosos" com facções criminosas e promove ataques públicos contra Israel, os Luletes ainda estão produzindo conteúdo sobre... Bolsonaro. O Bozo é carta fora do baralho. Aliás, nunca representou a "direita", mas apenas amenizou o socialismo brazuca, e mesmo assim bem pouco. Não sei como ainda não está no xilindró. Mas os influencers nem titubeiam em produzir os mesmos conteúdos de sempre sobre "E o Bozo, prenderam? Prenderão?". No Youtube, por exemplo, vi canais extremistas como @PortaldoJose@claysonfelizola@AndreaGoncalves e mesmo diante de tanta desinformação e desvio de foco, não me assombrei, pois são ambientes que retratam o puro suco do Bostil. Pelo que me parece, aliás, algumas contas por lá são até de gays e lésbicas que continuam se fazendo de desentendidos mesmo quando Le Lule apoia ostensivamente o regime do Hamas e põe adiante a agenda globalista do bloco Islâmico. Depois que vi gays com tatuagem de Che Guevara, nada mais me surpreende. Ao menos os influencers estão embolsando em dólar, com seus canais cheios de views. Todo dia nasce um esperto e mil otários perdedores.

Ninguém tanka o Bostil. Lula é o presidente que esta pocilga merece e torço para que ele viva bastante e seja reeleito. Estou pagando para vê-lo arruinar esta joça, promover o avanço do crime - diálogos "cabulosos" com facções criminosas, ministros amigos de narcotraficantes, projetos de lei para descriminalizar "pequenos furtos de até mil ou dois mil reais" etc. Dino e Lewandowski já andam putos com o projeto de lei contra as saidinhas de marginais e o Molusco prometeu vetá-lo, com o beneplácito de nossa Suprema Corte.

Ninguém tanka o Bostil. Lula é sintoma de um país imundo. Graças a Deus não vivo mais tanto nas ruas vendo o lodaçal de merda. Mas cenas da Terra Bostilis nos chegam por WhatsApp, Youtube, Instagram etc. Separei os três momentos abaixo, os quais acho emblemáticos. O primeiro vídeo foi do carnaval - sem dúvidas, o que melhor retrata nossa miséria, protagonizado por uma jovem influenciadora, a "Belinha". Bela? Onde?

Belle Belinha é "produtora de conteúdo adulto em plataformas pagas", uma espécie de prostituição cibernética. Recentemente, ela contracenou com Mc Pipokinha e Andressa Urach numa orgia lésbica. Acho a Andressa uma beldade, ainda mais por sua idade já beirando aos quarenta. A Pipokinha é aquele tipo de mulher normal que vemos por aí e, se brincar, comemos até no pelo, mesmo com o arrependimento no dia seguinte. A Belinha é uma gordinha que possui perebas na bunda e realmente não sei quem paga por seu conteúdo. Na verdade, eu mesmo não gasto um real com pornografia. Já gastei muito quando guri: revistas, aluguel de VHS e DVD etc. Hoje em dia, se eu quiser ver putaria, está aí de graça, com as bênçãos da banda larga. Mas há tarado para tudo, inclusive assinando Privacy e OnlyFans de gente feia.

Apresentada a Belle Belinha, vamos ao ocorrido. O vídeo abaixo é claro: ele berrou no metrô para a gadaiada botar para fora um véio que, de acordo com o alegado pela influencer, estaria fotografando os rabos ali presentes, quase todos de fora. E isso é o puro suco do Bostil: gente cretina, arruaceira, baderneira, que, cansados de perturbar dentro de casa e na rua onde moram, procuram confusão até em transporte público. E se o idoso estava filmando rabos (ainda que expostos) no metrô, mereceu também ser posto pra fora, pois é muita falta de "semancol" nos dias de hoje. Me pergunto até se aquele senhor não tinha nada melhor para fazer, no lugar de estar zanzando, no carnaval, dentro de metrô fedorento, em busca de treta. Duvido que estivesse trabalhando. "Ah, mas ele tem o direito de ir e vir". Nos dias de hoje, "seje sabido" e fique em casa, cuidando de suas coisas, lendo, vendo filmes. Faça caminhadas nas proximidades e talvez uma academia no bairro. Se sair de casa para filmar gente com o cu de fora, merece levar taca mesmo.

Esse vídeo é o Brasil: gente hedonista, para quem todo o mundo só gira em torno de piroca, xereca e cu, gente desocupada, desbocada, velhos tarados, marginais que ao menor cheiro de confusão se aproximam para colocar mais lenha na fogueira (como a trupe de malandros que jogaram o velho para fora do vagão), falta de ordem etc. Não adianta culpar as décadas de "progressismos" que temos em nosso país, marxismo cultural, Theodor Adorno e Herbert Marcuse, dentre tanta tralha de lavagem cerebral. Complô sionista, herança dos Aliados finda a Segunda Grande Guerra etc.? Foi uma escolha, só isso. As pessoas escolheram isso daí que temos: promessa de coisas "grátis" e sem esforço, esmola de político, promessa de ânus e rola, shows com Joelma do Calypso patrocinados por pequenos municípios quebrados.

Há anos cansei das pessoas. Por isso vivo o mais isolado possível, com um círculo diminuto de colegas mais próximos, evitando contato ao máximo até mesmo remoto com pessoas de caráter duvidoso, defensores de  ideologias malucas, burros de todos os gêneros. Minha vida é boa. Olho pela janela de onde estou, agora mesmo, escrevendo esta postagem e só vejo mato e um riacho. Estou longe dos grandes centros, suas favelas entupidas de imundície. Não posso migrar para Marte como Dr. Manhattan, nem trocaria a beleza deste planeta pela desolação marciana. Então me contento com o que possuo. E penso que assim deve ser.

Esqueçam o mundo. Vivam e deixem morrer. Aproveitem as coisas boas da vida enquanto os néscios chafurdam no cocô. A fossa ainda está meio seca; encherá mais, até sufocá-los.

Abraços bostilentos e até a próxima.



segunda-feira, 29 de janeiro de 2024

Quis custodiet ipsos custodes?

Agência de "checagem" e suas mentiras sem pé nem cabeça. 👆

Antes da internet, apenas a grande mídia detinha o monopólio da mentira, hoje chamada de "fake news". Atualmente é mais democrático e todo mundo pode construir suas próprias narrativas. E caberia a cada um o confronto de informações para não cair em pegadinhas, penso. Mas claro que a mídia estabelecida tentaria manter seu monopólio. Assim, tiveram a ideia de criar agências de checagem, sob as bênçãos das grandes corporações e do Estado cada vez mais corrupto. Surgiram assim organismo como Lupa, Aos Fatos, e-Boatos etc. Parece que proliferam como baratas e a cada dia surge uma nova, igual a ONGs. Como era de se esperar, isso colou junto ao populacho néscio e ingênuo. A maior parte do povaréu é burra e, se algo leva o nome pomposo de "agência de checagem" então torna-se imediatamente autoridade no assunto.

Herlon Musque implementou um sistema interessante de checagem no Twitter, onde leitores acrescentam informações adicionais ao que "autoridades no assunto" postam e há score de votação dos leitores sobre as checagens dos próprios leitores. Uma ferramenta descentralizada e bastante funcional. Nada como as agências mequetrefes criadas por poderios como grupo Uol, Estadão etc.

Se eu fizesse um post apenas com fake news de agências de checagem, não teria fim. Chega a dar vergonha alheia. Os caras fazem malabarismos mental, retal e vaginal para tentar negar fatos. É como no caso do assassinato da Marielle Franco. Aquilo sempre me pareceu treta entre políticos do Rio de Janeiro apodrecido pela corrupção, quase sempre políticos de esquerda amigos de traficantes e milicianos. Sim, milícias possuem estreitas ligações com agentes políticos de extrema esquerda e até financiam campanhas políticas. Então, quando começaram a aparecer provas de que o possível mandante do crime tinha ligações suspeitas com a própria vítima e com o Freixo, desde a época em que a Marielle era assessora parlamentar, as agências começam a pipocar "checagens" do tipo: "Veja bem, as fotos do Domingos Brazão com a elites esquerdistas em eventos públicos e privados são verdadeiras, mas isso não quer dizer que eles se conheciam; mas vocês viram que o Chiquinho Brazão se dava bem com o filho do Bozo?".

Esses dias vi no pertil da Bárbara do Te Atualizei a "checagem" acima. Ela postou foto real, verídica e venérea, da suposta estelionatária Patrícia Lélis com o Molusco. A moça foi até filiada ao PT - após meter com o Dudu Bananinha - e ainda mantinha estreitas relações com figurinhas da legenda extremista após sua saída. A Agência Lupa, para tentar impedir as imagens em redes sociais, começou a disparar seres fakes as fotografias, pois o Molusco nunca beijou... Suzane von Richthofen? O quê? Cuma? Quando? Quem estava falando d'A Menina Que Matou os Pápis? As imagens eram sobre o Mula e a 171 Patrícia Lélis. Cliquei umas dez vezes sobre a postagem original, na época, para ver se aparecia o alerta da Lupa e ele teimava em aparecer, cobrindo 80% dos posts relacionados.

O cidadão tem que ser muito imbecil mesmo para ter agências de grupos midiáticos como sérias. É por isso que estamos fodidos.

Abraços fakes e até a próxima.

quarta-feira, 24 de janeiro de 2024

Nesses confins do mundo, nada vai me assustar

- Êpa! Nomopadrofilhospritossantamêin! Avança, cambada de filhos-da-mãe, que chegou minha vez! ...

E a casa matraqueou que nem panela de assar pipocas, escurecida à fumaça dos tiros, com os cabras saltando e miando de maracajás, e Nhô Augusto gritando qual um demônio preso e pulando como dez demônios soltos.

- O gostosura de fim-de-mundo!...

Guimarães Rosa, em A Hora e Vez de Augusto Matraga

Ando tão por fora do mundo televisivo que nem sabia da existência do remake de Renascer. Para mim, esta foi a obra-prima de Benedito Ruy Barbosa e talvez a segunda melhor realização da teledramaturgia brasileira, logo atrás de Roque Santeiro. Acompanhei a jornada de José Inocêncio, no sul baiano, do primeiro ao último capítulo, de quando fechou seu corpo com o facão na raiz do pé de jequitibá até sua morte e o legado ao filho enjeitado, João Pedro.

Quantos personagens instigantes foram ali construídos, dentre jagunços, fazendeiros, políticos, ralé e até mesmo playboys que residiam soberbamente na "capitar" graças à grana do cacau. Tião Galinha que queria um pedacinho de terra pra mode de plantar; a nem homem nem mulher Buba, interpretada pela então belíssima Maria Luísa Mendonça; Jacutinga, dona do cabaré local; Damião, pistoleiro que gostava de pão com mortadela mais do que a massa de manobra lulopetista etc.

A trilha sonora foi escolhida a dedo, tanto a nacional quanto a internacional, onde destaco:

  1. "Confins" - Ivan Lins Com Participação Especial de Batacotô (tema de abertura)
  2. "Lua Soberana" - Sérgio Mendes (tema dos extratores de cacau)
  3. "Me Diz" - Fagner (tema geral)
  4. "Parabolicamará" - Gilberto Gil (tema de locução Bahia)
  5. "Ai Que Saudade De Ocê" - Fabio Jr
  6. "Essa Tal Felicidade" - Tim Maia (tema de Zé Augusto)
  7. "Sete Desejos" - Alceu Valença (tema de Eliana e Damião)
  8. "Joaninha" - Ithamara Koorax (tema de Joaninha)
  9. "Mentiras" - Adriana Calcanhotto (tema de Mariana)
  10. "Palavra Acesa" - Quinteto Violado (tema de Tião Galinha)

Renascer tinha cheiro de suor e sangue. Acho que borrifavam óleo no elenco e depois lhe jogavam massapé, de tão encardidos que ficavam os atores e figurantes. O mundo, ali, era duro e cruel, com direito à redenção apenas no finalzinho. Tocaias sempre iminentes e encantos de proteção contra morte matada e morte morrida. É realmente curioso como levarão uma história tão crua e densa para a TV pasteurizada atual. Provavelmente, o jagunço Damião - que comia Eliana, interpretada por Patrícia Pillar no auge da sensualidade - será não-binárie e dirá que palavras machucam mais que balas; João Pedro será um jovem revolucionário pretendendo repartir o latifúndio do pai entre o MST; e Jacutinga não terá mais um brega cheio de quengas, mas, sim, venderá conteúdos no OnlyFans.

Acho que Renascer foi a novela que deu projeção definitiva a Adriana Esteves, interpretando Mariana, neta do antigo desafeto de José Inocêncio - o temido coronel Belarmino. E o momento em que ela surge na novela, descoberta por João Pedro, foi bastante marcante e ainda o é para os dias de hoje, tudo embalado por Mentiras de Adriana Calcanhotto: eu vou mergulhar sua guia...

Certamente não verei esta nova versão, pois não tenho saco nem disposição. E, como falei em postagem anterior, abandonei as novelas em 2004, com Da Cor do Pecado e Celebridade. Há algum tempo, aliás, ando cansado até de seriados, quem dirá acompanhar uma novela inteirinha. Acho até estranho quem faz isso nos dias de hoje. Mas gosto é gosto!

Abraços saudosos e até a próxima.

quinta-feira, 18 de janeiro de 2024

Barrados no Funeral

A guitarra na vinheta era legal. 👆

Eu não gostava de Barrados no Baile e ainda hoje não gosto. Sempre achei um seriado bobo, chato, cheio de pessoas de caras e bocas irritantes. Quando eu era guri, aquele seriado já me irritava, especialmente por atrasar a exibição de programas que eu queria ver. Recordo, por exemplo, uma época quando era exibido no domingo e eu ficava de orelhas em pé para quando acabasse, e assim a programação chegasse logo ao filme de Temperatura Máxima.

Se uns não gostavam, outros, sim. Eram minhas primas Deise e Denise, por exemplo, que ficavam grudadas na telinha, delirando em sonhos românticos - e quiçá sexuais - com Dylan e Brando. Acho que eu era muito jovem para me interessar pelos temas ali abordados. Hoje, sinto vergonha alheia com os trejeitos daqueles personagens descolados. Além de tudo, as ambientações de alto luxo nunca me atraíram, pois prefiro estéticas mais rústicas. Se bem que nada é tão rústico, hoje em dia, quanto a Califórnia, com suas ruas entupidas de cracudos e mendigos defecando ao ar livre em frente à Rolex. É impressionante até para mim como a extrema esquerda ianque tornou o Estado mais rico dos Estêites uma pocilga a céu aberto.

Confesso, no entanto, que, enquanto os marmanjos aproveitavam umas olhadinhas no seriado para admirar a beleza sedutora de Brenda Walsh, eu ficava mais encantado com Kelly Taylor! E lembrei dessas belas garotas diante da notícia que Brenda está morrendo. A atriz que lhe deu vida, Shannen Doherty, está com câncer em estado avançado e não terá jeito: vai pro paletó de madeira em breve. E assim é a vida. Ao menos deve ter tido um vidão e isso que importa. Aparentemente, ela está organizando como será seu funeral e, creio, quer torná-lo um evento "top", algo típico de subcelebridade ou de alguém que esteve no auge e hoje é insignificante no show business. Quem realmente está por cima da carniça procura ser reservado ao máximo e jamais ficaria tentando "farmar" sobre as próprias desgraças, a exemplo de uma morte próxima com bastante sofrimento, sendo devorada por uma doença escrota. Procurem saber algo sobre a vida íntima de Tom Cruise: é quase impossível, pois ele não se expõe além do necessário.

A Brenda/Shannen aliás está preparando uma lista de Barrados no Funeral, gente que ela não quer bisbilhotando seu corpo em estado de putrefação mantido à força por formol. Será sua última satisfação: "não ver" pessoas sendo barradas na entrada do velório: "Sinto muito, senhora, seu nome está na lista de persona non grata, de acordo com a vontade do defunto esverdeado que ali repousa".

Luke Perry, Comedor-Geral de Beverly Hills 90210 (título original da série), não teve tempo para essas futricas. Simplesmente bateu as botas rapidinho, devido a um AVC. Mas essencialmente é isso. Seu corpo pifou de vez, algo repentino e sem sofrimento (ainda foi mantido em coma induzido uns dias) e foi para o beleléu. Se tivesse sido devorado por câncer, AIDS ou alguma outra doença cruel, acredito que não gastaria seus últimos dias com essas babaquices típicas no imundo show business.

Enfim, é isso. Que postagem foi essa? Apenas fofoca. Para mais notícias fresquinhas sobre os babados dos ricos e quase famosos, continuem acompanhando esta página. Abraços podres de rico e até a próxima.


sexta-feira, 12 de janeiro de 2024

Vamos brincar de índio, mas sem mocinho pra me pegar

Um índio descerá de uma Hilux Diamond colorida, brilhante
De um jatinho que virá numa velocidade estonteante
E pousará no coração da Suiça, no Leblon e num hotel 5 estrelas

Sobre "Um Índio" de Caetano Veloso

Quem me dera ao menos uma vez
Acreditar por um instante em tudo que existe
E acreditar que o mundo é perfeito
E que todas as pessoas são felizes

"Índios", Legião Urbana

Júnior Hekurari Yanomami (nome de guerra de Juninho) passou quatro anos acusando o bobalhão do Bolsonaro pela morte de índios (até os da Venezuela, aliás), e fazia isso publicamente e sem provas. Eu pensava que a culpa seria do tráfico e de Caciques que dirigem Hilux e bebem uísque 18 anos. Mas se dizem que a culpa é do bobão, devem saber o que afirmam. Antes do Bozo, morriam mais, isso é fato. Mas e daí? Fatos não importam, mas sim as narrativas! Recordo que o Juninho chegou a disseminar a narrativa que uma criança teria sido violentada e executada por garimpeiros; mas imediatamente, tão logo ele espalhou isso em redes sociais, a Polícia Federal se deslocou ao local da "narrativa", junto com Procuradores da República, e não acharam absolutamente nada; nem os "índios" souberam mais informar quem teria morrido, onde e quando. Agora, na era do Lula, em seu terceiro mandato, as mortes aumentaram em torno de 50% em menos de um ano. De acordo com as militâncias, a culpa não seria do novo Presidente da República, mas dos garimpeiros e dos fazendeiros malvados. E daí, né? Mas o Júnior foi resolver essa parada cabulosa, lá na Suíça. Agora vai! Força, Júnior, você está com uma aparência saudável, lustroso e roliço, graças a Omama e com o apoio da Ministra Sônia Guajajara (cujo nome real é Soninha Silva).  Fico feliz que o Brasil tenha voltado a ser o que era antes do paspalhão do Bolso. E por fim: não estou sendo irônico. O Bostil só funciona assim mesmo e no mês que vem Lula liberará a segunda parcela de meu sagrado reajuste, negado por Bolsonaro durante a pandemia; e que venha rápido, pois charutos estão caros. Quero ver a bufunfa jorrar pelo ladrão enquanto ainda dá para fazer algo com ela, seja para mim, Júnior, ONGs, militantes de sei-lá-o-quê etc. Abraços e pirokê no tobá e xoxotá.