domingo, 27 de fevereiro de 2022

Música ambiental, academia, 40 anos etc

Quando me tornei pai, passei a observar como uma criança desenvolve sua personalidade, o que vai ficando e o que vai sendo posto de lado. É interessante analisar a formação do ser humano. É algo então novo em minha vida. Realmente nunca tinha pensando a respeito da formação da personalidade.

Acho curioso que minha filha, que ainda nem sete anos possui, goste bastante de música eletrônica. Ela cria playlists em seus dispositivos e costuma ouvir esse gênero enquanto está à toa explorando o belo mundo do Toca Live, criando personagens no Gacha Life ou matando pessoas no Free Fire. Ou cuidando de seus carneirinhos em Minecraft. Ninguém a inclinou para isso, penso. É dela. Ele manteve contato com coisas assim, se interessou, e foi de cabeça. Acho saudável e a deixo livre para consumir suas músicas, conhecer outras livremente e brincar com seus jogos. Sempre que ela merece, aliás, compro novas propriedades para expandir seu mundo Toca.

Quando eu era guri, não ouvia música eletrônica. Mas, por crescer ouvindo aquela estética oitentista durante a década de '90, creio que o ambiente musical da época impingiu-se em meu cérebro. Daí, as boas sensações que um "som sintetizado" sempre me trouxeram, quando ouvido à toa. Mas nunca fui de botar músicas assim para rodar, durante minha adolescência. Cresci ouvindo rock, MPB (especialmente Zé Ramalho, Alceu Valença etc.). Apenas na maturidade - graças à internet veloz - descobri o prazer de rodar os sons que dominaram o cinema e as vinhetas avulsas de minha infância.

Mas penso que isso, também, não influenciou minha filha, pois ouço mais esses estilos musicais quando trancado sozinho em meu escritório, trabalhando ou lendo gibis, com fone de ouvido na academia ou quando sozinho em casa, na varanda, fumando e bebendo. Também não é algo que escuto com meus amigos, pois sempre tocamos mais MPB ou rock quando estamos reunidos. Logo, é um gosto pessoal dela, algo despertado desde cedo. Talvez se, quando guri, eu tivesse acesso à tecnologia que ela possui hoje, tivesse aproveitado, igualmente, esse som. Certamente que, vendo seu interesse, passei a ouvir mais junto a ela, lhe despertando mais o interesse.

No âmbito música eletrônica, o estilo synthwave (retrowave) é o que mais me agrada por longas horas. Esta tarde inteira, por exemplo, só ouvi isso. De acordo com Wikipédia, "é um estilo musical que surgiu em meados dos anos 2000, influenciado por músicas e trilhas sonoras da década de 1980 (...), fortemente inspirado pela new wave e trilhas sonoras de filmes, videogames e séries de televisão da década de 1980 e 1990". Ou seja: um oásis para pessoas de minha faixa etária que passavam horas e horas consumindo cultura pop barata e enlatada, quando guris.

Quando representado visualmente, o gênero se apropria de elementos de jogos eletrônicos antigos, às vezes com pixel art. Contudo, em regra, a ênfase é na arte retrô futurista vetorial, em loop quando produzida para videoclipe, carregado em cor-de-rosa, púrpura e suas variações. É um visual, aliás, que me agrada há anos e anos. Tanto que, ao postar no vídeos no Youtube, gosto de finalizá-los com vinhetas assim, em vinte segundos, para dar tempo de rodar as sugestões de vídeos similares.

Quando conversei com um colega de faculdade sobre synthwave, ele me disse que havia uma associação entre o estilo e o nazifascismo, na cabeça de alguns. Então, pesquisando a respeito, vi não ser bem assim. Na verdade, o estilo musical é utilizado para propaganda política de qualquer via insana. Logo, em breve pesquisa, vi que qualquer sample pode ser empregado por neonazistas ou neocomunistas (amiúde, gente insana tarada pelo Estado e o coletivismo), apenas mudando o fundo das estampas de Hitler para Stálin e vice-versa. Logo, não caia nessa pegadinha do discurso ideológico. Apenas curta seu som em paz. A diferença entre fashwave (synth fascista) e laborwave (synth comunista) está no psicopata reverenciado e no bobão que advoga mais Estado. Lembre-se: o Estado é nosso maior inimigo.

A ascensão do synthwave se deu há alguns anos. Mas algumas pessoas podem desconhecê-lo, creio. E creio também que podem curtir enquanto estão nas atividades domésticas, trabalhando ou simplesmente à toa. Acho oportuno esse tipo de sugestão musical. Esses dias, por exemplo, o Scant Obscuro sugeriu o álbum New Age of Earth da banda Ashra. Eu desconhecia totalmente. E já o ouvi várias vezes desde então. Foi uma descoberta bastante satisfatória. Eu poderia passar ainda anos sem ouvir Ashra e Manuel Göttsching. Mas o post de lá corrigiu isso. Daí, penso, a relevância dessas sugestões.

Embora indique essencialmente esse formato de som para uso ambiental (especialmente quando estamos trabalhando em frente ao PC), também o uso bastante na academia. As seleções que tocam lá é horrível, com espaço até para sertanejos atuais, o que me parece totalmente inadequado para o espaço. Mas parece agradar à maioria e pelo menos ainda não chegaram no funk. Se bem que às vezes tocam Anitta, embora eu não saiba onde ela se encaixe musicalmente. Desta forma, levo fone bluetooth (um xing ling comprado por R$ 25,00, discreto e eficiente, com quase 2,5 horas de autonomia) e deixo meu telefone por perto, quase sempre no Youtube Music. Comprei earbuds JBL esses dias, mas ainda não os testei suficientemente.

Música que nos agrade é quase essencial a um bom treino. Ficamos mais relaxados e felizes, enquanto ouvimos o que gostamos. Treinar pesado, lavado de suor, é mais sofrível quando sons irritantes penetram nossos tímpanos. O problema desses fones earbuds é não abafar o ambiente externo. Mas compensa no conforto de não ter algo apertando nossa cabeça e se empapando de suor.

Falando em academia... Tendo finalmente chegado aos meus 40 anos de idade, preciso me cuidar. E confesso que encontrei prazer em treinar há pouco tempo. Sempre gostei de correr, mas percebi que a atividade estava destruindo minhas articulações, causando dores e - me parece - arruinando minha massa muscular. Musculação me deu braços fortes e algo que nem pensava ter: peitoral (mínimo, mas melhor que tetas). Pernas bacanas, sempre tive (talvez pelo hábito das corridas), mas agora estão visivelmente definidas, desde que alguém se esforce para vê-las bem de perto. Infelizmente, queimar barriga e flancos parece quase impossível, considerando que gosto de comer bem, me dando a jantares que às vezes duram horas com amigos, churrasco e bebedeira. Sou antigo consumidor de cerveja, vinho, vodca e, às vezes, cachaça. A academia não mudou este hábito. Junto ao péssimo mau hábito, ter pneuzinhos é algo genético, acho, observando minha família. Até os magros (ou fortes) que se cuidam bem os têm.

Tenho 1,82 metros e peso quase 100 kg. Tirando a pança, o restante parece bem distribuído, com músculos generoso nos membros (43 cm de braço, perna não medi), o que às vezes até rendem alguns elogios das novinhas, para alegrar o velhote. Como não consigo vencer a luta contra a barriga nem quero largar a vida de glutão, penso em recorrer à cirurgia mais à frente e ao uso de hormônios. Quanto à cirurgia, tenho dúvidas. Mas certamente tomarei "bomba" mais à frente, até porque não deixaria de se tratar de uma mera reposição, considerando o avanço da idade. Além de esteroides diversos, stanozolol, oxandrolona, testosterona e especialmente hormônio do crescimento (GH  - growth hormone), este ano certamente quero fazer uso de semaglutida, mais vendido na forma de "canetinha", como a Ozempic. Vi pessoas com bastante gordura abdominal praticamente se livrarem da pança com um mês de aplicação.

Fiz suplementação com whey protein algumas vezes, mas sempre relaxo com isso. Voltarei a tomar regularmente, porque preciso de pós-treino, já que sempre deixo a academia sem aproveitar a janela de oportunidade, não comendo nada até a hora do jantar. Cápsulas com óleo de peixe, alho etc., sigo metendo pra dentro. Sinto realmente que me fazem bem. Também pretendo estender o treino para ao menos 1,5 horas. Atualmente, não passo mais de uma hora por dia (de segunda à sexta) na academia.

Como dá para perceber nas fotos acima, treino descalço. É perigoso, pois qualquer pancada forte nos pés pode ferrar sua vida. Um pezinho possui 26 ossos e 33 articulações. Ossinhos pequenos, fáceis de virarem pó. Assim, fico descalço quando posicionado para o treino em algum equipamento. Mas, se com peso livre ou me deslocando, uso minhas sandálias Crocs clássicas, estilo Jason Voorhees, as quais me dão alguma proteção.


Para academia, levo, além de fones, luvas (gostei bastante desse modelo fabricado no Paquistão, facilmente encontrada na Centauro), toalha pequena para limpar o suor que cai nos olhos e uma garrafa térmica Contigo - aliás, marca excepcional, que conserva a temperatura do líquido por uns dois dias!

Enfim, fui falar sobre música, entrei em academia e em reflexões da idade do Condor. Mas é bom compartilhar modos de viver e ver a vida, erros e possíveis acertos. Blogue serve para isso, afinal. De acordo com o IBGE, em 2020, a expectativa de vida para nós foi de 76,8 anos. Quem está com quarenta, precisa parar e pensar a respeito. Mesmo que cheguemos aos 80 anos, a velhice é uma bosta, cheia de limitações, restrições alimentares, doenças, dores e pau mole. Acho que até os 65 anos dá para se viver com razoável dignidade plena. O restante é sobrevida. Falo a grosso modo, claro. Há exceções.

Ouça boa música, vá à academia (ouvindo a sua música), não deixe de comer o que gosta nem de beber sua bebida preferida. A vida é curta e o mundo está a cada dia mais perigoso e perto do abismo.

Abraços e carpe diem.

15 comentários:

  1. Olá, Neófito.

    Também gosto de música eletrônica para a academia. Via de regra escuto mais remixes de músicas pop ao estilo eletrônica. Acho que o ritmo se adequa bem aos dias mais volumosos, onde é preciso um pouco mais de estamina.
    Diferentemente, gosto de ouvir heavy metal ou rock n´roll pesado nos dias de cargas altas, me sinto mais confiante com as batidas pesadas de bateria e as guitarras.

    Tenho um fone desses, mas usei bem pouco. Eles não fixam direito no meu ouvido, ou pelo menos não consegui achar uma posição boa. Uso um JBL daqueles que têm os estofados na lateral, que já vem ficando bem surrado e desbotando o couro falso que ultimamente usam essas marcas.
    Quanto a academia, me encontro nessa mesma área mítica da gordura que não baixa, entretanto, já mudei meu foco faz um tempo. Não vou mais focando na estética, mas, simplesmente, de aumentar minha força de forma a me tornar útil para mim mesmo. A estética, pelo menos na largura e densidade muscular, virá no encalço.
    Não aconselho a não utilização de tênis ou equipamento para os pés, como disse anteriormente em um post. Mas acredito piamente que seja algo adaptativo, de tentar mitigar o perigo. Por exemplo, se você usa muita máquina sem pegar em anilhas, esse risco de machucar os pés é muito baixo. O Scant já havia mencionado algo acerca dos pés serem o melhor contato com o solo, acredito que ele está certo, mas também confio na segurança em serviço e tenho medo de machucar meus pés, principalmente, dado que eles são os responsáveis por me deixar em pé.
    Acredito que esse contato direto seja o responsável por fortalecer as solas dos pés, o que me impressiona você utilizar as luvas kkkk. Nunca usei luva, pois acredito que o grip seja influente em grande parte dos exercícios, que só vêm com a formação de calos nas juntas da palma. Já vi muita gente usar luvas por sentido estético, de não gostar dos calos, mas pra mim não é relevante, creio.

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    1. Quanto a idade, nem cheguei nos 30 e penso muito sobre minha vida. Sobre os caminhos que posso seguir e sobre ambição.
      Acredito que tudo na vida é uma troca e, na minha atual fase, vivo entre a dicotomia de deixar de "viver" para focar em trabalho e ganho monetário e diversões midiáticas, ou me contentar com coisas medianas e poder viver uma vida balanceada e tranquila, mas sem emoções de Instagram e Tik Tok. Se é que me faço entender....
      Acredito que, existindo dois caminhos precisamos nos contentar com o que seguimos e com o que fizemos, sem olhar para trás. Independente das consequências.

      No fim, todos estaremos a 7 palmos do chão, independente do que fizemos ou do que fomos e tivemos.
      A vida é só o caminho. A morte o início e o fim.

      Abraços.

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    2. Olá, Matheus!

      Também possuo minha fase de rock na academia. Vario bastante. Hoje mesmo ouvi de Bee Gees a Sia. Não raras vezes treinei ouvindo Fagner e Lô Borges. E por aí vai. Mas música eletrônica é realmente o que mais ouço. O ritmo me ajuda no treino, de alguma forma. Talvez por essa confiança mencionada por você.

      Não gosto de NENHUM fone de ouvido. Uso apenas pela necessidade. JBL conheceu uma explosão recente bem grande. Esses da foto se encaixam bem em meus ouvidos! Mas, realmente, produtos JBL possuem qualidade superior. Na academia anterior, eu ouvia o que tocava nas caixas de som. A seleção era boa, de rock, pop rock à eletrônica. A atual é que está com problema quanto à música.

      Recordo da discussão sobre pés descalços. E você tem razão. É perigoso. Penso em mudar este hábito justamente por isso. Não importam os benefícios dos pés descalços. O risco de ficar inválido é maior que tudo.

      Quanto à luva, não gosto do suor e do fedor. Mas não quero calos nas mãos. Uso luva até para utilizar enxada e pá. Mas há outro problema: alergia. Quando forço minhas mãos sobre certas superfícies (alguns metais, parede sem massa corrida ou plástico) elas incham ao ponto de ficarem doloridas. Deve ser uma espécie de alergia que me acompanha desde a infância. Nunca atrás de saber.

      Sobre envelhecer, é como você sintetizou com “dicotomia”. Viva e deixe viver. Aquela responsabilidade NECESSÁRIA com momentos de pura diversão e lazer. No meu caso, sou um homem sem grandes ambições. Tanto que poderia utilizar meu tempo livre para empreender, estudar mais outros assuntos etc. Mas não funciona comigo. Pode funcionar com você, talvez. Sou realmente muito limitado quanto à ambição (especialmente financeira) e estou em paz com isso.

      Sou bastante pé no chão quanto à mortalidade.

      Abraços!

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  2. "Ela cria playlists em seus dispositivos e costuma ouvir esse gênero enquanto está à toa explorando o belo mundo do Toca Live, criando personagens no Gacha Life ou matando pessoas no Free Fire." - Ah! Que fofura sua filhinha. Super dócil. A da família Adams teria inveja.

    Se você ama comer, não faça a cirurgia. Nenhuma pessoa que conheci (e foram 2) consegue comer depois da cirurgia. Comem o mínimo e não sentem mais o prazer como antes. Na verdade, elas estão meio que doentes.

    Eu só fazia caminhada e 70 flexões. Dei um tempo nas flexões após uma dor intensa no braço esquerdo, na altura do ombro. Ouvi dizer depois, em vídeos com profissionais, que eu nem precisava fazer tantas. Que 30 por dia são o suficiente. Junto com as flexões eu acabava fazendo o abdominal tradicional, cerca de 100 e às vezes até um pouco mais. E um outro tipo, que se faz em pé e vc traz o joelho pra cima e na direção oposta pra tocar seu cotovelo. O joelho esquerdo para tocar o cotovelo direito e vice-versa. Quando parei com as flexões, parei com tudo isso, porque eu os fazia no embalo. Meus braços afinaram logo. Nunca deixaram de ser finos, mas tinham melhorado um pouco, observando bem. Mas agora voltaram a ser como antes. O que tenho de pernas lindas, tenho de braços finos. Infelizmente. E estou de saco cheio desses treinos. Se pra viver a vida eu tiver que me submeter a esses castigos, não sei até que ponto vale o esforço. Claro que não sou a favor do sedentarismo perpétuo. Mas também não curto a onda do "tá pago o de hoje". A minha caminhada segue firme e forte.

    Beba mesmo e coma. Porque o peso desses alimentos em quem se exercita é bem diferente em relação aos que vivem sentados ou na cama.

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    1. me submeter a esses castigos -

      há prazer na dor e há dor no prazer

      não há castigo aqui, mas sim renovação celular pelo síntese proteica que reconstroi nossa musculatura, o que mantém a postura de nosso ossos/coluna vertebral

      evitar é pior que fazer

      nesse link tem bastante coisa:
      https://www.hipertrofia.org/forum/topic/248179-ideias-b%C3%A1sicas-para-iniciantes/

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    2. de nada, tem mais:

      https://pt.br1lib.org/s/dudu?languages%5B%5D=portuguese

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  3. Sobre os contos, meu desafio pessoal agora será colocar outro teor de histórias. Algumas exigirão até pseudônimo. Logo falarei sobre algo seu. Você já sabe o que achei e como sua escrita mexe comigo. Mas acho importante compartilhar para quem se interessar.

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    1. Olá, Fabiano!

      Você conhece bem o que penso sobre como educar crianças. Elas precisam estar preparadas para o mundo como ele é, e não como poderia/deveria ser. É um amor de menina, mas sabe ser dura e bruta.

      A cirurgia não é no estômago. Seria uma lipoaspiração com abdominoplastia.

      Também não tenho neuras com academia. Tento ir de segunda a sexta ao menos uma hora por dia porque realmente me sinto bem quando estou lá concluindo o treino. Então chego em casa e tomo um banho gelado. É maravilhoso. Me dá bastante prazer. Se for para sofrer com treinos mais pesados e dietas rígidas, tô fora. Quero me cuidar e ser feliz. Sentir prazer. Alguns podem sentir prazer com 3 horas de academia por dia. Eu, não.

      Quando você se aventura por outros gêneros além do erótico, o resultado é satisfatório. E como já possui um público formado, dá para experimentar.

      Abraços!

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  4. penso em hormonios quando chegar aos 50, fazer um TRT
    quem toma hormonio tem fazer exames regulares obrigatórios, acho bem chato; fora precisar de receita pra comprar na farmácia e ter que se injetar
    parece que há uma opção mais pratica e cara para TRT que é implantar um chip, mas não pesquisei se realmente compensa

    tem mais um problemas, quase não há médicos q realmente entendam de hormônios para ganho estético e tenho dúvidas se os endócrinos entendem de TRT e/ou doses superiores a TRT ou só querem lucrar

    sobre TRT: https://www.hipertrofia.org/forum/forum/99-terapia-de-reposi%C3%A7%C3%A3o-hormonal-trt-e-trh/

    ultimamente malho em casa e a musica eu escolho (heavy metal melódico e outras)

    fisiculturismo é muito rico de opção/ resultado em dieta/treino/suplementação etc

    to listando ainda várias possibilidades nesse link:

    https://www.hipertrofia.org/forum/topic/248179-ideias-b%C3%A1sicas-para-iniciantes/

    abs!

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    1. Olá, Scant.

      Você é profissional na área, de certa forma, de tanto estudo e aplicações práticas.

      Infelizmente, hormônios são demonizados em nosso país. Aí todo mundo toma sem controle, sem exames periódicos e de fontes duvidosas. Conheço TRÊS médicos que treinam e são notórios consumidores de "BOMBA", pois algumas são manipuladas em laboratórios locais e outras compradas nas farmácias da cidade. Logo, a coisa se espalha. Mas o discurso deles é sempre "pró-natural". Um deles, endócrino, não receita nem mesmo um xantinon para pacientes com esteatose hepática, sempre prescrevendo apenas boa alimentação e consulta à nutricionista. É como gente rica desarmamentista: protegidos com segurança armada e fazendo comercial para Viva Rio etc. Lembrei agora de Maria Bethânia, que mantinha armas em sua casa, as quais era usadas por seus capangas, mas é uma ardorosa defensora do desarmamento civil.

      Seu tópico é praticamente um manual, e bem construído.

      Vou devagar. No ritmo tranquilo. Treino até o limite do prazer e bem estar. Se for para me dedicar demais, creio que perde a graça (ao menos para mim).

      Abraços!

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    2. " Se for para me dedicar demais, creio que perde a graça (ao menos para mim)." cara, tenta entender pelo menos a parte de nutrição básica
      é útil demais (pelo menos 50% de qq resultado positivo ou negativo):

      https://pt.br1lib.org/s/dudu?languages%5B%5D=portuguese

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    3. Vc tem razão. Com alimentação adequada, meus ganhos seriam o dobro, talvez. Estou cuidando disso aos poucos!

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  5. caramba, por isso fechei meu blog
    cada coisa bizarra...

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  6. No blogue anterior, isso era pior! Acho que vem acontecendo até pouco. Mas pelos menos os haters sumiram. Se bem que às vezes sinto saudades deles...

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